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“Sem destino” de Nuno Quintela

 

Sem saber onde estou,

Gostava de saber onde estive,

Para onde vou…

Cada vez que acordo estou num sítio diferente,

Olho para o lado e não há nada que me tente,

Parece que estou diferente…

Inconsciente,

Do que é real,

Uma dor persistente…

Sem remetente,

Sem destino,

Raios, tudo me parece um espinho…

Sinto-me sozinho,

Isolado,

Sem abrigo…

Porque não consigo?

Porque penso em desistir?

Mais uma vez caminho sem saber para onde ir…

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