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“Fingir” de Nuno Quintela

 

Hoje apeteceu-me fingir,

Fingir que estavas ao meu lado,

De rosto encostado…

Sem ficar obcecado,

Senti a magia,

Que pairava no ar, com cortesia…

Pássaros cantavam,

Uma música de embalar,

A nossa música, aquela que nos fez tantas vezes chorar…

Pouco tempo passou,

E o fingimento acabou,

Apenas relembrei o que o tempo levou…

E a fingir passei um bom bocado,

Espero não ficar ressecado,

Pois não quero voltar a fingir que estas ao meu lado…

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