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“Á noite” de Nuno Quintela

Obrigado,

Agradeço,

Ainda meio embriagado,

Com palavras misturadas,

Largadas,

Com hálito,

De uma cerveja qualquer,

Com a caipirinha,

Da minha mulher…

Ao som de uma música,

Que todos tentamos adivinhar…

Homens gordos e fartos,

Com sovacos,

Que tresandam,

Pelo nosso olfacto…

Pela manhã,

O sol fere-nos a vista,

Nada que não se resolva,

Com uma visita,

Ao pão com manteiga,

Á meia de leite,

De forma meiga,

Subtil,

Forramos o nosso estômago…

Agora sim,

Podemos ir dormir…

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