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“Noite” de Nuno Quintela

A noite cai-me pelos ombros,
Põe-me por escombros,
Consegue tirar-me da realidade,
Por-me sem sanidade,
Sem idade….
Como um covarde,
Fujo da verdade…
Pasmo como um asno,
Nas entrelinhas de um rasgo,
Vejo luz, (penso que vejo)
Corro mais uma vez,
Por uma força que me seduz…
Truz truz,
Alguém bate á porta,
A noite ainda não esta morta…
Uma linha torta,
Vem na minha direcção,
Penetra-me profundamente,
Só para no meu coração…
Estarei eu já morto e tudo isto não passa de uma ilusão?

By Nuno Quintela

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