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“…Caminho para a Felicidade…” de Moreira

 

Senti não ter rumo,

Senti a “areia” invadir o meu caminho,

Baixei muitas vezes a cabeça, assumo,

Mas voltas-te a aparecer, quando estava sozinho,

Iluminas-te…

O que parecia já não ter cor,

O que o sol já não aquecia,

As “núvens” encobriam o meu melhor,

Mas o meu coração descontrolado, vivia,

Levantaste-me…

Com a força que precisava,

Ergui-me como outrora,

O meu coração reiterava,

E “dizia”, está na hora,

Superei…

Todos os fantasmas descabidos,

Que “vagueavam” no meu pensamento,

Afastaram-se como se fossem despercebidos,

Pois contigo voltei a ganhar o que tinha perdido, o alento,

Não temi…

Mesmo vendo a “ponta afiada”,

Sabia que não era para me ferir,

Mas sim para cortar a corda afincada,

Que se tinha apoderado do meu coração sem eu pedir,

Soltei-me…

Comecei de novo a sorrir,

Sem que tivesse tempo para pensar,

Não o consigo encobrir,

Pois o que não é pensado, é do coração, não se pode controlar,

Aprendi…

Que mesmo com o caminho “cortado”,

Existe um horizonte,

Pode não estar sempre azul, mas estará do nosso lado,

Lutar por ele, é realizar, é olhar em frente…

 

 

 

…Não temas pelo caminho obstruído sem ver o seu fim…pois o horizonte estará à tua espera…

 

 

By Moreira

3 thoughts on ““…Caminho para a Felicidade…” de Moreira

  1. Parece-me de todo importante ressalvar a imensa utilidade deste blog, enquanto veiculo de comunicação e motor dinamizador do prazer de ler. Nesse exacto contexto e porque sobretudo através deste Blog tenho acompanhado a obra poética de Moreira tenho que salvaguardar alguns pontos, na apreciação do/a Vitora (Peço desculpa se não se escreve assim, mas a menos que tenha sido um ERRO seu a digitar – que eu duvido, pois sua excelencia não dá erros-julgo ser este o seu nome):
    1-Moreira é um pouco como eu, escreve de improviso e é tão frequente, mas mesmo muito frequente o erro de digitar ( por vezes juro que as teclas mudam de lugar), que não lhe chamaria nem distracção, nem atentados ao Português ( ao contrário de certas SMS que circulam nos correios de escola).
    2- Salvaguardo que não conheço pessoalmente Moreira, nem tão pouco tenho qualquer contacto com ele, apenas acompanho o que escreve.
    3-O pseudo Intelectualismo evidenciado na exibição de titulos de livros, só demonstra uma vontade cabal de aproveitar o livre empreendorismo e a vontade de escrever de certos jovens que buscam a sua voz e aperfeiçoam a sua escrita ( repare Vitora que ele afirmou que segue aprendendo), e de repente levam com uma critica (não a entendo como construtiva) sem qualquer fundamento.
    4- Hoje por curiosidade, no Jornal de Noticias, detectei 6 erros graves e infelizmente logo nas primeiras páginas ( não precisa de ir a correr queimar o Jornal…são coisas que acontecem) e não me parece que a População Nacional tenha ficado mais ignorante por isso.

    Caro amigo, guarde o livro para as suas leituras e deixe a vontade de escrever crescer!

  2. Acusando o seu comentário, não podia deixar de lhe responder, uma vez que fui o autor do poema em questão.
    Desde já agradeço as suas apreciações, mas como deve saber a língua portuguesa é muito vasta e como tal eu não sou conhecedor de tudo, diria mais, nem de metade, pois sou um aprendiz constante.
    Quanto aos erros, não me custa nada admitir, cometi alguns, umas faltas de acentos, uns acentos a mais, alguns erros de “teclas”, bem como alguma pontuação. Mas como deve ser conhecedor, existiu e ainda deve existir muitos escritores e poetas que utilizam a pontuação livre, Almeida Garrett, era um deles.
    Mas realmente, não devo citar grandes nomes, uma vez que apenas sou um simples escriturário dos meus pensamentos e sentimentos, mas tenho todo o direito de usar a pontuação como devo entender?
    Agradeço novamente os reparos que fez, mas também tenho um a fazer.
    Sei que acontece a todos e a mim também me aconteceu, ao divulgar o seu nome, aconteceu um erro de “teclas” a meu ver.
    Não tome como uma afronta mas sim como uma prova que os erros existem 😉

    Cumprimentos

  3. Não querendo, de todo, ser apenas depreciativo, não consigo entender muito bem os critérios deste ‘blog’. Apoio, incondicionalmente, qualquer manifestação emotiva através da palavra, mas aparecem textos, como este, com erros básicos de gramática, o que não me parece um bom cartão de visita. Sugiro, para o entendimento deste comentário, uma breve pesquisa sobre a ‘Hipótese de Sapir-Whorf’, que nos diz que a estrutura de uma língua, e a sua aprendizagem, pode elucidar um melhor conhecimento do mundo que a acompanha, o que proporciona uma mundividência melhor.

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