1

“Se eu fosse uma caneta…” de César Alves

 

Se eu fosse uma caneta! …

 

Dá que pensar! …

 

Se eu fosse uma caneta, gostava de escrever a história deste mundo outra vez.

 

Sim, gostava! E também gostava de pintá-lo com cores mais alegres. O mundo é muito obscuro, tem muita maldade.

 

Todos os dias, vemos na televisão guerras, tiroteios, assaltos, perseguições, violência nas escolas…

 

Se eu fosse uma caneta, reescrevia tudo isto. Guerras? Para quê? Todos gostam de viver em paz. Mas algumas pessoas têm uma ideia errada do que é a vida. A vida é curta, e devemos aproveitá-la ao máximo ao lado das pessoas que amamos. No entanto, certas pessoas têm uma ideia materialista e egocêntrica de viver; matam inocentes para terem bens materiais, nomeadamente dinheiro e petróleo, ou simplesmente matam pelo prazer de matar, pensando que só eles têm o direito de viver.

 

Olho em volta, vejo a “morrerem” para estarem na televisão, para aparecerem nas revistas! Isto é possível? Porquê ser famoso? Para sermos assaltados, vaiados? Não faz sentido! Se eu fosse uma caneta, tudo seria diferente…

 

“Amigos” a falarem mal nas costas daqueles que pensam ter amigos verdadeiros; familiares a agirem como inimigos, adultos a violarem crianças da própria família, netos, sobrinhos, FILHOS! Nada seria assim, se eu fosse uma caneta…

 

Alunos a agredirem professores por causa de telemóveis, pais a violentarem professores por estes tentarem dar a educação aos alunos? Onde vai parar este mundo? Se eu fosse uma caneta, tudo mudaria…

 

Discriminação, racismo, porquê? Há algum mal em algumas pessoas terem outra cor? Têm outras culturas, outros costumes, talvez mais interessantes que os nossos! Seres humanos são todos os dias tratados como “animais”, por pessoas que pensam que são melhores por terem mais dinheiro, ou por terem melhores empregos, ou simplesmente por se acharem melhores e não terem um mínimo de sanidade mental. Se eu fosse uma caneta, escrevia a história do mundo de maneira completamente oposta. Não havia guerras, toda a gente se dava bem, no lugar de uma arma, havia uma flor. Acabava com as drogas, o tabaco, não havia classes sociais. As pessoas eram todas tratadas de maneira igual, sem discriminações.

 

O mundo era melhor, se eu fosse uma caneta…

 

By César Alves

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s