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“No Quotidiano das Sociedades” de Marcelo Figueiredo

No quotidiano das sociedades,os grupos sociais defendem as suas filosofias divagando ao vento as suas ideias, lamentando a má partilha da sorte pelo mundo, tentando que alguém ou algo lhes dê uma resposta para o qual não existe solução.

O choque de mentalidades e ideias que caminham paralelamente no mundo civilizado desperta um comportamento negativo e animalesco ao qual nunca pensariam chegar.

O milagre do ruído do primeiro choro de um bebé contrasta com o de alguém que perdeu um ente próximo.

O olhar atento do velho da sociedade que viveu o bom e saboreiou o mal da vida,olha atento a rotina dos transeundes que vagueam com destino incerto,fintando com os olhos os rostos das pessoas,tentando ler pelas rugas e cicatrizes os problemas das pessoas,tentando imaginar qual sera o seu segredo,aquele segredo que o envergonha,aquele que destroiría a sua imagem perante a sociedade.

O velho,a quem dizem que ja não serve para nada,de quem ja os outros se esqueceram,observa e lamenta a falta de humildade e respeito das novas mentes brilhantes,aqueles a quem esta destinado grandes feitos,sim esses sábios na teoria mas inocentes na experiência.

O mundo não vai sentir a falta deste velho,o dia vai nascer,o lixo sera recolhido,o pão distribuído e algum irá rir alto de uma piada dita por outro alguém,criticando outro possivel alguem.

Somos meros peões usados para a evolução deste mundo que teve o seu auge e está em decadência social e ambiental.

by Marcelo Figueiredo

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