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Nas tardes calmas… – Um poema de Antónia Ruivo

Nas tardes calmas…

Passeiam-se as almas
Daqueles que se foram
Vagueiam sem retorno
Pelas tardes calmas
Desconhecem que partiram
Nem que o nunca é eterno

Passeiam-se as almas
Na terra que arde
Espinhos cravados na mente
Abrem profundas chagas
Pior que uma alma dormente
Só uma ideia que abate

Sob o inacabado, por encontrar
Não ligues, não sei quem sou
Talvez seja a alma
Que vagueia sem desvendar
A meta para onde vou
Uma sombra na tarde calma

By Antónia Ruivo

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